Farinha Pouca, Meu Pirão Primeiro

de “Batuquê du Zambô” (2011), Letra: Jonga Lima, Música: Sebastian Paz

A cada dia que passa
A cada trago de fumaça
O velho corpo se cansa de tanto lutar

Suado trabalho
Escravo dinheiro
De janeiro a janeiro só sei o que é ralar

Rala o coco, rala a bundinha
O nariz num prato de farinha
Farinha pouca, meu pirão primeiro
Onde vai dar esse desespero?

Numa atômica explosão?
Numa guerra sem perdão?
Num Caribe sem verão?
Num samba sem canção?
No amor sem tesão?
Numa espécie em extinção.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s